Tem um sítio, uma ribeira fluindo ai, em meio.
Talvez longe de « dezasseis lieues » da minha cama de vinho onde venho dentro a casa de pedras das MarDi.
Demorei muito para perceber lhe, este agua, isso que enrola os corpos e isso que faz voar os spiritus.
São os mentes de Alice, menina aventureira e perdida no mundo desconhecido que me agarrou.
Não faz muito quente e fomos sérios meus 3 amigos da residência – pelo menos á primeira vista.
Partilhamos refeições e discussões, risadas e reflexões com nossos anfitriões.
Qualquer vezes estamos perturbados com criaturinhas aladas com um corpo amarelo e preto, elas são atraídas pois cedas para a « luz no fim do túnel », um último viagem para muitas.
Eu vaguei e encontrei livros na biblioteca ao lado de capelinha do monte, un livro de Lewis Caroll.
Pois o sol está á queimar. A ribeira chama nos. Ela foi fresca mas calma e sobretudo estamos sozinhos ou quase. Muito vez, estamos dois, cor quadricromia ou monocromia, andamos sobre os seixos e deixamos os pés na água transparente onde podemos ver o lagostim aproxima-se timidamente. Então os demônios apareceram para mim. As vezes
Era necessário caça los a través caminos de oliveiros e também a través cantos remotos onde um abrigo circular de pedra estava escondido.
Pouco á pouco, os demônios da Alice estam minhas, se transformam, espíritos de carne aprisionados em minha emulsão fotográfica.
« Lentamente ao longue de agua… O que é a Vida se não é um sonho? «