4 horas de viagem, 35 graus no Maquis. As cigarras. Meio-dia. Entrar no desconhecido, na casa de Marie e Didier, e ser atingida.
Por este labirinto de quartos frescos e terraços de decoração acolhedora, de arte e de lembranças, e também de achados encantadores. Pelos raios de luz, esses claros-escuros. Um templo. Esta casa de pedra está repleta de amor e de história.
Depois, sentar à mesa. Como na casa deles, não é só o rio que corre abundantemente: há também o vinho da terra, branco ou tinto, e mil pratos saborosos. Sentar e ouvir Marie e Didier; olhar para eles: dois namorados, dois apaixonados. Animados e bem-dispostos, zen e hiperativos, um turbilhão de ideias, piadas, doces, unguentos, aromas e poesia. Este lugar é um refúgio,este momento, uma aventura. Nos braços dos MarDi. É evidente: tenho vontade de morder isto, a sua energia radiante, as suas vozes no silêncio, de regista-lo no tempo, mesmo que incompleto ou subjetivo. Vou perguntar-lhes. Digam que sim.
Aqui são três séries.